Supermercado adota estratégia FinOps e automação com IBM e Nava para otimizar custos e escalar infraestrutura
O Assaí reduziu entre 15% e 20% as intervenções manuais em seus sistemas após adotar uma estratégia de gestão financeira de nuvem, o chamado FinOps. O projeto foi implantado em parceria com a consultoria Nava e a IBM e abrangeu mais de 90 sistemas e milhares de cargas de trabalho em um ambiente que combina infraestrutura em nuvem e servidores locais.
A migração foi estruturada a partir de dois produtos da IBM: o IBM Turbonomic, que ajusta recursos computacionais em tempo real, e o IBM Cloudability, que oferece visibilidade sobre o consumo tecnológico. O IBM Turbonomic permitiu eliminar desperdícios sem comprometer a experiência dos usuários enquanto o IBM Cloudability trouxe previsibilidade à governança de nuvem.
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Entre os requisitos do projeto estavam metas orçamentárias rígidas e períodos de congelamento de mudanças em datas comerciais críticas, como grandes eventos de vendas do varejo. A solução precisava garantir estabilidade justamente nos momentos de maior volume de transações. Atualmente, as migrações para a nuvem representam um dos maiores desafios financeiros do varejo moderno. Segundo o Gartner, a América Latina deve gastar US$ 506 milhões nessa transição em 2026 e US$ 946 milhões em 2027.
“A maturidade em FinOps do Assaí saltou para um nível avançado em menos de dois anos. Nosso objetivo é chegar ao nível máximo ainda este ano, com o suporte das práticas da FinOps Foundation e da parceria contínua com IBM e Nava. Hoje, executivos e equipes de desenvolvimento compartilham uma visão unificada sobre o consumo de nuvem e os drivers de custo”, explicou o líder de vendas de automação na IBM Brasil, Alexandre Hoffmann.
Além da implantação tecnológica, o projeto incluiu a capacitação de equipes técnicas e executivas do Assaí. A iniciativa buscou integrar as áreas de finanças, engenharia e negócios em torno de uma visão compartilhada sobre consumo de nuvem e custos. As recomendações de otimização foram adotadas de forma gradual, incorporando a responsabilidade financeira ao ciclo de desenvolvimento e operação de tecnologia da informação (TI).
“Nosso papel foi arquitetar uma solução que transformasse a gestão de nuvem de um centro de custo em um facilitador de agilidade técnica”, afirma André Scatollini, diretor-presidente da Nava. “Por meio da automação e da cultura FinOps, permitimos que a tecnologia se ajuste dinamicamente à demanda do negócio, garantindo resiliência operacional e economia sem comprometer a produtividade em momentos de pico”.
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Redação
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