ARTESP analisa mudanças em cinco linhas de ônibus da Expresso Itamarati e Transpen
Publicado em: 21 de agosto de 2026
Pedidos envolvem serviços semiurbanos e rodoviários intermunicipais no Estado de São Paulo
ADAMO BAZANI
A ARTESP (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) abriu prazo para manifestações sobre pedidos de alterações operacionais em cinco linhas intermunicipais de ônibus operadas pela Expresso Itamarati e pela Transpen – Transporte Coletivo e Encomendas.
Os comunicados foram publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta sexta-feira, 21 de agosto de 2026.
As solicitações ainda estão em análise e, portanto, as mudanças não foram autorizadas até o momento.
Os interessados terão prazo de sete dias para consultar os processos e apresentar eventuais manifestações à agência.
EXPRESSO ITAMARATI
A Expresso Itamarati S.A. pediu alterações em três serviços semiurbanos.
Na linha entre São José do Rio Preto e Barretos, a empresa solicitou alteração operacional da tabela de horários e distâncias do itinerário A.
Também está em análise uma solicitação referente à linha semiurbana entre São José do Rio Preto e Nova Granada.
A Itamarati pediu alteração da tabela de horários e distâncias do itinerário A
O terceiro pedido da empresa refere-se à linha semiurbana entre Olímpia e Guaraci.
O processo trata igualmente de alteração operacional de horários e distâncias do itinerário A.
TRANSPEN
A Transpen – Transporte Coletivo e Encomendas Ltda. tem dois pedidos em análise, ambos envolvendo linhas intermunicipais rodoviárias que partem da capital paulista.
A empresa solicita alteração operacional da tabela de horários da linha São Paulo–Ribeira.
A Transpen ainda pede mudança na tabela de horários da linha São Paulo–Apiaí.
Em todos os cinco processos, a ARTESP informou que vistas e manifestações podem ser encaminhadas por peticionamento eletrônico ou pelo endereço eletrônico disponibilizado pela agência.
A abertura de prazo para manifestações faz parte da análise administrativa e não significa que as alterações solicitadas pelas empresas tenham sido aprovadas.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes