Everpure mostra que 36% dos dados armazenados por bancos são de missão crítica, e que só 41% confiam na gestão de dados distribuídos
Instituições financeiras levam, em média, 12 dias para recuperar aplicações de missão crítica após um incidente de segurança cibernética, segundo análise da Everpure baseada no estudo The State of Cyber Resilience, do Instituto Ponemon, prazo considerado incompatível com a continuidade das operações bancárias essenciais.
O levantamento mostra ainda que 36% dos dados armazenados pelas organizações do setor são classificados como de missão crítica, e que 31% do custo total de um ataque está relacionado à recuperação de dados íntegros e atualizados.
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Apenas 41% das organizações afirmam ter confiança na gestão de dados distribuídos entre diferentes ambientes, o que evidencia desafios adicionais em operações híbridas e multicloud. Segundo a Everpure, isso expõe as limitações dos modelos tradicionais de recuperação, desenhados para restaurar sistemas após indisponibilidades, mas não necessariamente preparados para responder a ataques direcionados aos dados.
A empresa defende o conceito de Minimum Viable Bank (MVB), abordagem que prioriza a recuperação de operações essenciais, como pagamentos, acesso a contas e canais digitais, a partir de dados limpos e confiáveis, antes da restauração completa de todos os sistemas. “O que muitos bancos ainda entendem como resiliência, recuperação de desastres e mecanismos de failover, foi desenvolvido para indisponibilidades, não para ataques cibernéticos. Esse modelo já não funciona”, afirma Douglas Wallace, diretor regional de Vendas da Everpure para a América Latina e o Caribe.
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Bruna Rocha
Redação
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