Do baratinho ao top: os 10 celulares mais vendidos na Amazon valem a pena? Ranking reúne modelos de Samsung, Motorola e Apple com preços de R$ 847 a R$ 5.999; veja os principais destaques, limitações e para quem cada aparelho vale a compra Comprar um celular novo pela Amazon não significa escolher apenas entre modelos baratos. Entre os smartphones mais vendidos da varejista em agosto de 2026, há desde aparelhos de entrada por menos de R$ 900 até modelos premium que chegam perto dos R$ 6 mil. O ranking reúne celulares de Samsung, Motorola e Apple, com opções voltadas a quem busca apenas o básico, intermediários mais completos e até aparelhos de alto desempenho. Apesar de ocuparem posições próximas entre os mais vendidos, os smartphones têm propostas bastante diferentes. O Galaxy A57, atual líder do ranking, aposta em tela AMOLED, resistência à água e conjunto equilibrado de câmeras por R$ 1.799, enquanto o Moto G06 é a alternativa mais simples da seleção. No outro extremo estão modelos como iPhone 17 e Motorola Signature, que ultrapassam os R$ 5 mil. Nas linhas a seguir, o TechTudo analisa os dez celulares mais vendidos da Amazon e mostra os principais prós, contras e perfis de usuário indicados para cada modelo. Esses são os 10 celulares mais vendidos na Amazon; veja se valem a pena O TechTudo reuniu os dez celulares mais vendidos da Amazon em agosto de 2026. Confira, no índice abaixo, os modelos em ordem de preço e os principais destaques de cada opção. - Moto G06 — tela de 120 Hz pelo menor preço - Galaxy A07 — celular básico com seis anos de suporte - Moto G35 — tela Full HD+ de 120 Hz e 5G - Galaxy A17 — tela AMOLED e câmera com estabilização - Moto G86 — tela pOLED 1.5K e resistência IP68 e IP69 - Galaxy A57 — intermediário completo com câmeras e tela premium - Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski — ultrafino com acabamento diferenciado - iPhone 17e — chip A19 e 256 GB na versão de entrada - iPhone 17 — desempenho premium e câmeras avançadas - Motorola Signature — topo de linha com câmeras de 50 MP e zoom de 100x O que os celulares mais vendidos têm em comum? Os celulares mais vendidos da Amazon em agosto de 2026 mostram uma preferência por telas grandes, bastante armazenamento e câmeras de alta resolução, mesmo entre os modelos mais baratos. Galaxy A57, Galaxy A17, Moto G35 e Galaxy A07, por exemplo, têm displays de 6,7 polegadas, enquanto boa parte dos Android da seleção utiliza câmeras principais de 50 MP. O armazenamento também chama atenção: todos os aparelhos aparecem em versões com pelo menos 128 GB, enquanto modelos mais caros, como Motorola Signature e Edge 70 Crystals by Swarovski, chegam a 512 GB. O ranking, porém, reúne propostas bastante diferentes. Moto G06, Galaxy A07 e Moto G35 disputam o consumidor que busca gastar menos, fazendo concessões principalmente em desempenho, câmeras ou qualidade de tela. Galaxy A17, Moto G86 e Galaxy A57 avançam para o segmento intermediário com painéis melhores, mais recursos e conjuntos fotográficos mais completos, enquanto iPhone 17, iPhone 17e, Motorola Signature e Edge 70 Crystals by Swarovski ocupam faixas mais caras e priorizam acabamento, desempenho e recursos premium. Moto G06 — tela de 120 Hz pelo menor preço O Moto G06 é o celular mais barato desta seleção e ocupa a faixa de entrada do catálogo da Motorola. O aparelho traz uma tela IPS LCD de 6,9 polegadas com resolução HD+ (1.640 x 720 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz. Na prática, a frequência elevada deixa a rolagem de páginas, menus e redes sociais mais fluida, mas a baixa resolução para um painel tão grande reduz a nitidez de textos e imagens. O brilho de até 600 nits também pode dificultar a visualização sob luz solar intensa. O desempenho fica por conta do processador MediaTek Helio G81 Extreme, acompanhado por 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento na versão presente entre as mais vendidas da Amazon. Apesar de a Motorola anunciar “12 GB”, apenas 4 GB são de memória RAM física; os 8 GB restantes vêm do RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento como memória virtual. O espaço interno pode ser ampliado por cartão microSD de até 1 TB. No review do site GadgetGuy, o conjunto mostrou que foi feito para atividades simples; multitarefa intensa e jogos mais pesados expõem as limitações do hardware. Na traseira, o Moto G06 traz uma câmera principal de 50 MP, enquanto a câmera frontal tem 8 MP. O conjunto atende registros casuais quando há boa iluminação, mas não oferece a versatilidade de aparelhos com lentes ultrawide ou teleobjetiva. Já a bateria de 5.200 mAh é um dos principais destaques e, segundo a Motorola, pode chegar a até 49 horas dependendo do padrão de uso. O celular ainda tem alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, entrada para fones de ouvido, Gorilla Glass 3 e certificação IP64 contra poeira e respingos. Em contrapartida, fica limitado ao 4G, não tem NFC e o carregamento de 10 W é lento. Na Amazon, o Moto G06 de 128 GB pode ser encontrado por R$ 747. - Prós: tela grande com taxa de 120 Hz; bateria de 5.200 mAh; armazenamento expansível; som estéreo com Dolby Atmos. - Contras: desempenho limitado; resolução apenas HD+; carregamento lento de 10 W; não tem 5G nem NFC. - Indicado para: quem busca um celular barato para chamadas, mensagens, redes sociais, vídeos e outras tarefas básicas. - Não indicado para: quem pretende jogar títulos pesados, realizar multitarefa intensa, fazer pagamentos por aproximação ou busca uma tela de maior definição. Galaxy A07 — celular básico com seis anos de suporte O Galaxy A07 aposta em uma combinação simples, mas pouco comum entre celulares de entrada: preço baixo e suporte prolongado. A Samsung promete seis anos de atualizações do sistema e de segurança, um diferencial importante para quem pretende permanecer bastante tempo com o mesmo aparelho. Ele também traz certificação IP54 contra poeira e respingos e suporte a cartão microSD. O corpo pesa 184 g e tem 7,6 mm de espessura, mas a tela não conta com proteção Gorilla Glass, o que exige mais cuidado contra quedas e riscos. A tela PLS LCD de 6,7 polegadas tem resolução HD+ de 1.600 x 720 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. No review do TechTudo, os 90 Hz ajudaram a tornar menus e rolagens mais fluidos, mas não compensaram completamente a baixa resolução e o brilho limitado do painel. O desempenho, por outro lado, surpreendeu positivamente. O MediaTek Helio G99, acompanhado por 4 GB de RAM, marcou 529.386 pontos no AnTuTu e rodou WhatsApp, redes sociais e navegação sem travamentos frequentes durante os 15 dias de testes. Jogos leves como Free Fire e eFootball também funcionaram bem, embora títulos mais pesados não sejam o foco do aparelho. Nas câmeras, o Galaxy A07 combina uma principal de 50 MP com um sensor de profundidade de 2 MP, além da frontal de 8 MP. Segundo o TechTudo, a câmera principal produz fotos satisfatórias em ambientes bem iluminados, especialmente de objetos próximos, mas perde detalhes em cenas amplas e à distância. À noite, os resultados continuam aceitáveis quando há alguma fonte de luz, enquanto ambientes muito escuros comprometem bastante a nitidez. Os vídeos são uma limitação maior, já que a ausência de estabilização torna as tremidas perceptíveis tanto na câmera traseira quanto na frontal. A bateria de 5.000 mAh permaneceu ligada por cerca de 45 horas em uma rotina de uso moderado nos testes do TechTudo. O aparelho aceita carregamento de até 25 W, mas o carregador incluído na caixa é de apenas 15 W e levou quase duas horas para completar a carga. O modelo também não tem 5G nem NFC para pagamentos por aproximação, e o leitor de digitais lateral apresentou falhas ocasionais de reconhecimento durante o período de avaliação. Na Amazon, o Galaxy A07 pode ser encontrado por R$ 739. - Prós: bom desempenho para tarefas básicas; seis anos de atualizações; bateria de longa duração; tela de 90 Hz; armazenamento expansível. - Contras: tela apenas HD+; câmeras simples e sem estabilização eficiente em vídeos; carregamento lento com a fonte da caixa; não tem 5G nem NFC. - Indicado para: quem procura um celular barato para WhatsApp, redes sociais, navegação e uso cotidiano, com suporte de software prolongado. - Não indicado para: quem prioriza qualidade de tela, câmeras mais versáteis, jogos exigentes, 5G ou pagamentos por aproximação. Moto G35 — tela Full HD+ de 120 Hz e 5G Por menos de R$ 900, o Moto G35 se destaca por evitar algumas das principais limitações encontradas nos celulares mais baratos desta lista. A tela IPS LCD de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ (2.400 x 1.080 pixels) e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, o que oferece maior nitidez para textos e vídeos e deixa a navegação mais fluida. A Motorola anuncia brilho máximo de 1.000 nits, suficiente para boa visualização em ambientes externos. Em desempenho, o modelo pode deixar a desejar. O processador Unisoc T760 acompanha 4 GB de RAM física e 128 GB de armazenamento na versão presente entre as mais vendidas da Amazon. Outros 8 GB divulgados na oferta correspondem ao RAM Boost e, portanto, não equivalem a memória RAM física adicional. Nos testes do Notebookcheck, o armazenamento UFS 2.2 apresentou boa velocidade para a categoria, mas o processador provocou engasgos ocasionais até na navegação pelo sistema. Para WhatsApp, redes sociais, streaming e jogos leves, o desempenho é suficiente; para multitarefa intensa e games exigentes, há opções melhores. O conjunto de câmeras também é mais versátil do que o dos aparelhos de entrada anteriores. Além do sensor principal de 50 MP, há uma ultrawide de 8 MP, e o celular consegue gravar vídeos em 4K a 30 quadros por segundo. O Notebookcheck considerou as fotos coloridas e equilibradas à primeira vista, mas encontrou perda de detalhes, desempenho mais fraco à noite e lentidão no autofoco durante os vídeos. A ultrawide amplia as possibilidades de enquadramento, embora entregue qualidade inferior à câmera principal. A bateria de 5.000 mAh também se saiu bem: foram 16 horas e 41 minutos de navegação por Wi-Fi no teste do Notebookcheck. O carregamento de 18 W, por outro lado, é lento e levou pouco mais de duas horas para completar a carga no teste do portal. O Moto G35 ainda oferece 5G, NFC para pagamentos por aproximação, alto-falantes estéreo com Dolby Atmos e suporte a cartão microSD. Na Amazon, o smartphone pode ser encontrado por R$ 849. - Prós: tela Full HD+ de 120 Hz; conectividade 5G e NFC; câmera ultrawide e gravação em 4K; boa autonomia de bateria. - Contras: desempenho apresenta engasgos em tarefas mais pesadas; câmeras perdem detalhes em situações difíceis; carregamento de 18 W é lento. - Indicado para: quem busca gastar pouco sem abrir mão de tela nítida e fluida, 5G, NFC e recursos multimídia mais completos. - Não indicado para: quem prioriza jogos pesados, multitarefa intensa, câmeras avançadas ou carregamento rápido. Galaxy A17 — tela AMOLED e câmera com estabilização O Galaxy A17 sobe o nível em relação aos modelos mais básicos, principalmente pela tela. O painel Super AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ (2.340 x 1.080 pixels) e taxa de atualização de 90 Hz. Nos testes do TechTudo com a versão 5G, o display foi elogiado pela imagem nítida com cores vívidas, mas recebeu criticas pelo pico de brilho de 800 nits, que deixa a desejar sob o sol forte. A proteção frontal é Gorilla Glass Victus, algo pouco comum nessa faixa de preço. A versão da Amazon combina 256 GB de armazenamento, 8 GB de RAM e processador MediaTek Helio G99. O Notebookcheck testou a configuração de 128 GB e 4 GB de RAM. No aparelho avaliado, a maioria das tarefas cotidianas funcionou de forma fluida, embora situações mais exigentes provoquem pequenas esperas e o desempenho fique abaixo do A17 5G. Sob carga prolongada, a temperatura chegou a 44,4 °C, mas praticamente não houve perda de desempenho por aquecimento. O conjunto fotográfico traz câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 5 MP, macro de 2 MP e frontal de 13 MP. No teste do TechTudo, a principal entregou fotos nítidas em boas condições de iluminação e apresentou resultados satisfatórios também em ambientes com pouca luz. A ultrawide, por sua vez, entrega imagens mais granuladas, enquanto a macro é totalmente dispensável. Já a frontal produziu selfies com bom nível de definição. Os vídeos ficam limitados a Full HD a 30 fps, e o celular sofre com qualquer mínimo tremor. A bateria de 5.000 mAh alcançou 12 horas e 58 minutos de navegação por Wi-Fi no teste do Notebookcheck, resultado considerado apenas mediano para a categoria. O aparelho também oferece NFC para pagamentos por aproximação, entrada para cartão microSD de até 2 TB e promessa de atualizações até 2031. A principal limitação desta versão é a ausência de 5G. Na Amazon, o Galaxy A17 pode ser encontrado por R$ 1.059. - Prós: tela Super AMOLED Full HD+; 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento; câmera principal de 50 MP com OIS; NFC e microSD de até 2 TB. - Contras: não possui 5G; autonomia apenas mediana; ultrawide de baixa resolução; vídeos limitados a Full HD a 30 fps. - Indicado para: quem prioriza qualidade de tela, bastante armazenamento e um conjunto equilibrado para tarefas cotidianas. - Não indicado para: quem faz questão de 5G, pretende jogar títulos muito exigentes ou busca câmeras e gravação de vídeo mais avançadas. Moto G86 — tela pOLED 1.5K e resistência IP68 e IP69 O Moto G86 é o primeiro modelo desta seleção a combinar características associadas a celulares mais caros. A tela pOLED de 6,7 polegadas tem resolução 1.5K (2.712 x 1.220 pixels), taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo anunciado de 4.500 nits, além de proteção Gorilla Glass 7i. Nos testes do Notebookcheck, o portal elogiou o brilho elevado, a reprodução de cores e a definição acima da média entre intermediários. A construção também chama atenção pelas certificações IP68 e IP69, que indicam resistência contra poeira, imersão em água doce e jatos de água em alta pressão, além de testes de durabilidade baseados no padrão MIL-STD-810H. O desempenho é comandado pelo MediaTek Dimensity 7300, acompanhado por 8 GB de RAM física e 256 GB de armazenamento na configuração vendida pela Amazon. Os “24 GB” anunciados no título do produto incluem outros 16 GB provenientes do RAM Boost, portanto não correspondem a 24 GB de memória física. No uso real, o Notebookcheck registrou funcionamento fluido na maior parte das atividades cotidianas e melhora em benchmarks em relação ao Moto G85. O chip, entretanto, continua sendo intermediário: multitarefa muito intensa e aplicativos ou jogos mais exigentes conseguem expor seus limites. O aparelho também oferece 5G, NFC, Wi-Fi 6 e suporte a cartão microSD. A câmera principal utiliza um sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP com estabilização óptica (OIS) e é acompanhada por uma ultrawide de 8 MP, que também funciona para fotos macro. Na frente, há um sensor de 32 MP, e tanto a câmera principal quanto a frontal conseguem gravar em 4K. O Notebookcheck considerou a câmera principal confiável para fotos, mas observou que o conjunto não oferece tanta flexibilidade quanto sistemas encontrados em aparelhos mais caros. A bateria tem 5.200 mAh e, no teste de navegação por Wi-Fi do Notebookcheck, manteve o aparelho funcionando por 17 horas e 18 minutos, suficiente para atravessar um dia de uso sem grandes dificuldades. A versão brasileira é comercializada com carregamento TurboPower de 33 W e também traz alto-falantes estéreo com Dolby Atmos. O conjunto torna o Moto G86 uma opção forte para quem prioriza tela e resistência, ainda que seu desempenho não seja equivalente ao de um topo de linha. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 1.619. - Prós: tela pOLED 1.5K de 120 Hz com brilho elevado; certificações IP68 e IP69; câmera principal de 50 MP com OIS; 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. - Contras: desempenho apenas intermediário; câmera ultrawide simples; carregamento poderia ser mais rápido para a faixa de preço. - Indicado para: quem prioriza tela de alta qualidade, resistência, boa câmera principal e um conjunto equilibrado para uso diário. - Não indicado para: quem busca desempenho de topo de linha para jogos pesados, câmeras com zoom óptico ou carregamento ultrarrápido. Galaxy A57 — intermediário completo com câmeras e tela premium O Galaxy A57 aposta em uma construção mais próxima de celulares premium. O aparelho tem apenas 6,9 mm de espessura, pesa 179 g e combina acabamento em vidro com proteção Gorilla Glass Victus+ e certificação IP68 contra água e poeira. A tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. No review do TechTudo, o painel foi um dos principais destaques, com boa nitidez, cores vibrantes, pretos profundos e brilho suficiente para manter a visualização confortável até sob sol forte. O pico de 1.900 nits também ajuda em ambientes externos. O desempenho fica por conta do chip Exynos 1680, acompanhado por 8 GB de RAM. Nos testes do TechTudo, o aparelho se mostrou bastante fluido tanto em tarefas comuns quanto em atividades mais pesadas, sem travamentos ou engasgos perceptíveis. No AnTuTu, alcançou 1.377.665 pontos, superando o Galaxy A56. Jogos também rodaram bem, embora sessões mais exigentes tenham provocado leve aquecimento. A versão presente entre as mais vendidas da Amazon traz 128 GB de armazenamento e não possui entrada para cartão microSD. GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! O conjunto fotográfico reúne uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP. Nos testes do TechTudo, a câmera principal entregou imagens nítidas e consistentes durante o dia e também bons resultados à noite, especialmente com o modo noturno. A OIS ajudou a evitar fotos borradas mesmo após centenas de registros. A ultrawide apresentou qualidade inferior à principal, com menos definição e algumas distorções nas bordas, enquanto a macro acrescentou pouco ao conjunto. Os vídeos chegam a 4K a 30 fps tanto na câmera traseira quanto na frontal e apresentaram boa estabilização. A bateria de 5.000 mAh chegou a cerca de dois dias em uso moderado nos testes do TechTudo, mas caiu mais rapidamente em atividades pesadas, como jogos. O aparelho aceita carregamento de até 45 W, porém vem com uma fonte de apenas 15 W na caixa. Com ela, a carga chegou a 37% em 30 minutos, 60% após uma hora e 100% em aproximadamente 1 hora e 45 minutos. O Galaxy A57 também oferece 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6 e promessa de seis grandes atualizações do Android. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 1.799. - Prós: tela Super AMOLED Plus de 120 Hz; construção fina e resistente com IP68; ótimo desempenho para a categoria; câmera principal com OIS; vídeos em 4K com boa estabilização. - Contras: carregador de apenas 15 W na caixa; câmera macro pouco útil; leve aquecimento em tarefas pesadas; evolução pequena sobre o Galaxy A56. - Indicado para: quem procura um intermediário equilibrado, com boa tela, câmeras competentes, construção premium e suporte prolongado. - Não indicado para: quem já possui um Galaxy A56, precisa de armazenamento expansível ou prioriza carregamento rápido e desempenho máximo em jogos. Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski — ultrafino com acabamento diferenciado O Motorola Edge 70 Crystals by Swarovski é o aparelho mais diferente desta seleção em termos de design. A edição especial faz parte da Brilliant Collection e adiciona cristais Swarovski ao acabamento Cloud Dancer, mas preserva a proposta e o hardware do Edge 70 convencional. O corpo tem apenas 5,99 mm de espessura e pesa 159 g, medidas que tornam o uso com uma mão mais confortável. Apesar do formato ultrafino, a Motorola manteve estrutura de alumínio, Gorilla Glass 7i e certificações IP68 e IP69 contra água e poeira. A tela Extreme AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução 1.5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo anunciado de 4.500 nits. No teste do The Verge com o Edge 70 convencional, o design fino foi justamente um dos maiores elogios, ao lado da qualidade do painel e da sensação de leveza no uso cotidiano. O portal também destacou que a Motorola conseguiu evitar uma das concessões mais comuns dos celulares ultrafinos: uma bateria muito pequena. O componente de silício-carbono tem 4.800 mAh, suporta carregamento de 68 W e ainda oferece recarga sem fio de até 15 W. Por dentro, o Snapdragon 7 Gen 4 trabalha com 12 GB de RAM física e 512 GB de armazenamento. O conjunto oferece desempenho suficiente para aplicativos pesados, multitarefa e a maioria dos jogos, mas não alcança o nível dos processadores encontrados em celulares topo de linha. Esse foi um dos principais pontos de atenção no review do The Verge, que classificou o chip como adequado para a maioria dos usuários, mas abaixo do esperado para quem busca desempenho máximo. A Motorola anuncia três câmeras de 50 MP considerando o conjunto completo. Na traseira estão a principal de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide, enquanto a terceira câmera de 50 MP fica na parte frontal. O elemento adicional visível no módulo traseiro é um sensor de luz, e não uma teleobjetiva. Nos testes do The Verge, a principal produziu boas imagens durante o dia e resultados razoáveis em ambientes escuros, mas o celular perdeu pontos justamente pela falta de zoom óptico dedicado. Os vídeos podem ser gravados em 4K. A bateria se mostrou uma surpresa positiva no uso real: o The Verge conseguiu avançar pelo segundo dia em utilização moderada, algo relevante para um celular com menos de 6 mm de espessura. Por outro lado, o portal criticou a quantidade de aplicativos pré-instalados e recursos promocionais presentes no software. A Motorola promete quatro atualizações de versão do Android e patches de segurança até julho de 2031. Na Amazon, o smartphone pode ser encontrado por R$ 3.999. - Prós: corpo extremamente fino e leve; tela AMOLED 1.5K de 120 Hz; 12 GB de RAM física e 512 GB de armazenamento; boa autonomia para um celular ultrafino. - Contras: Snapdragon 7 Gen 4 fica abaixo de chips topo de linha; não possui câmera teleobjetiva; edição Swarovski cobra parte do preço pelo acabamento diferenciado. - Indicado para: quem prioriza design, leveza, acabamento exclusivo, tela de alta qualidade e bastante armazenamento. - Não indicado para: quem busca o máximo desempenho pelo preço, zoom óptico dedicado ou não vê valor adicional no acabamento com cristais Swarovski. iPhone 17e — chip A19 e 256 GB na versão de entrada O iPhone 17e é a porta de entrada para a atual geração de celulares da Apple, mas não economiza no componente mais importante para a longevidade: o processador. O aparelho utiliza o A19, da mesma geração do chip presente no iPhone 17, embora aqui a GPU tenha quatro núcleos, contra cinco no modelo convencional. Nos testes do TechRadar, o smartphone apresentou desempenho rápido e consistente no uso cotidiano, com potência suficiente para aplicativos exigentes, jogos e recursos da Apple Intelligence. Outro avanço importante está no armazenamento: a versão básica agora começa em 256 GB, o dobro do oferecido pelo iPhone 16e quando comparadas as configurações iniciais. As concessões ficam mais evidentes na tela. O painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas tem resolução de 2.532 x 1.170 pixels, HDR e Ceramic Shield 2, o que oferece contraste elevado e boa definição. A taxa de atualização, entretanto, continua limitada a 60 Hz, e o 17e também não tem tela sempre ativa. Na análise do The Verge, essas ausências foram consideradas algumas das maiores limitações do modelo, principalmente porque aparelhos mais baratos no universo Android já oferecem painéis de 90 Hz ou 120 Hz. A estratégia de simplificação também aparece nas câmeras. Há somente uma lente traseira Fusion de 48 MP com estabilização óptica, capaz de utilizar o próprio sensor para oferecer aproximação de 2x com 12 MP. A câmera produz fotos detalhadas e ganhou recursos mais inteligentes para retratos, segundo o TechRadar, mas não existe uma ultrawide dedicada. Isso reduz bastante a versatilidade quando comparado ao iPhone 17, que acrescenta uma ultrawide de 48 MP. Os vídeos continuam sendo um ponto forte, com gravação em 4K Dolby Vision a até 60 quadros por segundo. A bateria é outro aspecto positivo para um celular compacto. A Apple promete até 26 horas de reprodução de vídeo, e o TechRadar considerou a autonomia muito boa durante os testes. O 17e também corrige uma ausência importante do antecessor ao incorporar MagSafe, com recarga sem fio de até 15 W, além de USB-C, 5G, NFC e certificação IP68. Ainda assim, o The Verge avaliou que o iPhone 17 convencional oferece um pacote consideravelmente mais completo para quem consegue aumentar o orçamento, principalmente por causa da tela de 120 Hz e das câmeras adicionais. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 4.299. - Prós: chip A19 com desempenho de alto nível; armazenamento inicial de 256 GB; boa autonomia; câmera principal de 48 MP com OIS e gravação 4K Dolby Vision. - Contras: tela limitada a 60 Hz; apenas uma câmera traseira; não possui tela sempre ativa; preço elevado diante das concessões. - Indicado para: quem quer entrar no ecossistema atual da Apple, prioriza desempenho e longevidade e não faz questão de câmeras variadas ou tela de 120 Hz. - Não indicado para: quem prioriza alta taxa de atualização, câmera ultrawide, maior versatilidade fotográfica ou procura o melhor conjunto possível pelo preço. iPhone 17 — desempenho premium e câmeras avançadas O iPhone 17 marca uma mudança de patamar nesta lista. Além do preço bem mais elevado, ele corrige duas limitações que durante anos separaram o iPhone convencional dos modelos Pro: a tela agora possui ProMotion com taxa adaptativa de até 120 Hz e o armazenamento inicial subiu para 256 GB. O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas tem resolução de 2.622 x 1.206 pixels, tela sempre ativa e pode chegar a 3.000 nits de brilho em ambientes externos. Nos testes do PhoneArena, a qualidade do display foi um dos maiores destaques do aparelho, especialmente pela fluidez e pelo brilho elevado. A proteção Ceramic Shield 2 e a certificação IP68 completam o conjunto. O chip A19 combina CPU de seis núcleos com GPU de cinco núcleos e Neural Accelerators, além de suporte a ray tracing acelerado por hardware. Na prática, sobra desempenho para redes sociais, edição de fotos e vídeos, multitarefa e jogos pesados. Nos benchmarks e testes de uso real do PhoneArena, o aparelho apresentou respostas rápidas e desempenho elevado mesmo diante de celulares mais caros. A diferença para o A19 Pro dos modelos Pro existe principalmente em tarefas prolongadas e muito exigentes, já que o iPhone 17 não tem o mesmo sistema de dissipação de calor nem a GPU mais robusta. As câmeras também ajudam a separar o iPhone 17 do 17e. Na traseira há uma principal Fusion de 48 MP com estabilização óptica por deslocamento do sensor e uma ultrawide também de 48 MP, que permite fotografias macro. A câmera principal ainda utiliza recorte do sensor para oferecer aproximação de 2x com qualidade óptica. Nos testes do PhoneArena, o conjunto apresentou fotos consistentes, bom alcance dinâmico e detalhes naturais durante o dia. O zoom de 2x também preservou boa definição, mas a qualidade caiu rapidamente em ampliações maiores. iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple Na frente, a nova câmera Center Stage de 18 MP utiliza um sensor quadrado que permite fazer selfies horizontais mesmo segurando o celular verticalmente e ajusta automaticamente o enquadramento em chamadas de vídeo. O aparelho também grava em 4K Dolby Vision a até 60 quadros por segundo e permite capturar simultaneamente imagens das câmeras frontal e traseira. Para fotos e vídeos, portanto, o iPhone 17 oferece bem mais versatilidade que o 17e, embora recursos como teleobjetiva dedicada e gravação em 4K a 120 fps continuem reservados aos modelos Pro. A autonomia é competente, mas não é o principal motivo para escolher o aparelho. No teste padronizado do PhoneArena, o iPhone 17 alcançou 16 horas e 47 minutos de navegação na web e 9 horas e 12 minutos em jogos, mas ficou abaixo de alguns concorrentes premium. A recarga evoluiu: com um adaptador compatível, o portal chegou a 67% em 30 minutos e completou a carga em cerca de uma hora e 16 minutos. Há ainda MagSafe de até 25 W, 5G e NFC. Um ponto menos moderno permanece na porta USB-C, limitada a velocidades de transferência USB 2.0. Na Amazon, o modelo pode ser encontrado por R$ 5.598. - Prós: desempenho de nível topo de linha; tela OLED ProMotion de até 120 Hz; câmeras principal e ultrawide de 48 MP; armazenamento inicial de 256 GB. - Contras: preço elevado; não tem câmera teleobjetiva dedicada; autonomia fica atrás de alguns concorrentes premium; porta USB-C limitada à velocidade USB 2.0. - Indicado para: quem busca desempenho elevado, câmeras consistentes, tela de alta qualidade e pretende permanecer vários anos no ecossistema Apple. - Não indicado para: quem busca preço baixo, zoom óptico de longo alcance, armazenamento expansível ou coloca autonomia de bateria acima dos demais recursos. Motorola Signature — topo de linha com câmeras de 50 MP e zoom de 100x O Motorola Signature é a opção mais ambiciosa da marca nesta seleção e aposta principalmente no conjunto de câmeras. São sensores de 50 MP em todas as lentes, incluindo a frontal. A principal utiliza o Sony LYTIA 828 de 1/1,28” e abertura f/1.6, enquanto a ultrawide também funciona como macro. Já a teleobjetiva periscópica oferece zoom óptico de 3x e trabalha com o Super Zoom Pro, capaz de chegar a 100x. Nos testes do TechTudo, a câmera principal entregou fotos muito nítidas, bom alcance dinâmico e cores vivas sem exageros, inclusive em condições de pouca luz. O zoom também agradou em ampliações de até cerca de 30x, mas passa a produzir resultados mais artificiais acima disso. A tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas tem resolução de 2.780 x 1.264 pixels, tecnologia LTPO e taxa de atualização de até 165 Hz em jogos. Em uso convencional, o sistema trabalha com até 120 Hz. O painel também oferece Dolby Vision, HDR10+ e brilho máximo anunciado de 6.200 nits. No review do TechTudo, a tela foi um dos principais destaques, com ótima nitidez, contraste, cores fortes e boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa. O corpo também chama atenção: são apenas 6,99 mm de espessura e 186 g, apesar da bateria de 5.200 mAh. Há ainda certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H. MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! Para desempenho, o celular tem processador Snapdragon 8 Gen 5 trabalha com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. A performance foi elevada nos testes do TechTudo: o Signature marcou 2.953.501 pontos no AnTuTu e apresentou bastante fluidez em multitarefa e aplicativos pesados. O principal problema está no aquecimento. O corpo muito fino limita a dissipação térmica e, em atividades exigentes, como benchmarks ou gravação de vídeos em alta resolução, o aparelho pode esquentar de forma perceptível. No teste do AnTuTu, a temperatura subiu 15 °C. A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh entrega autonomia para um dia de uso intenso e pode chegar a dois dias em uso moderado. A recarga de 90 W também é rápida: com o carregador de 125 W incluído na caixa, o TechTudo levou cerca de 20 minutos para atingir 50% e 50 minutos para completar a carga. Há ainda carregamento sem fio de até 50 W, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, NFC e 5G. O aparelho sai de fábrica com Android 16 e tem promessa de sete anos de atualizações do sistema e de segurança. Na Amazon, o smartphone pode ser encontrado por R$ 5.848. - Prós: câmeras de alto nível; ótima tela; boa bateria; carregamento rápido; 512 GB de armazenamento; sete anos de suporte. - Contras: aquece bastante em uso intenso; vídeos ficam atrás dos principais rivais; zoom extremo perde naturalidade; Snapdragon 8 Gen 5 não é a versão Elite. - Indicado para: quem prioriza fotografia, tela e suporte prolongado em um Android premium. - Não indicado para: quem busca o máximo desempenho possível ou prioriza gravação de vídeo. Todas as ofertas de Motorola Signature (512 GB) Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de agosto de 2026. - Amazon - AnTuTu - Android - Android 17 - Apple - Free Fire - Galaxy A07 - Galaxy A17 - Galaxy A57 - Galaxy S26 Ultra - Jogos de ação - Jogos de esporte - MediaTek - Mobile - Moto G35 - Moto G86 - Motorola - Motorola Signature - One UI - Samsung - Sistemas Operacionais - Snapdragon - eFootball - iOS - iPhone 14 Plus - iPhone 17 - iPhone 17 Pro - iPhone 17e