A previsão de um forte fenômeno El Niño entre 2026 e 2027 sinaliza riscos severos de secas em hidrovias e chuvas extremas em rodovias, afetando diretamente a operação de frotistas e transportadoras (Principais tópicos: impactos climáticos na infraestrutura, aumento de custos logísticos e revisão de contratos). A notícia não traz alterações em tributos (ICMS, PIS/COFINS, Reforma Tributária), Simples Nacional, obrigações acessórias ou documentos fiscais (CT-e, MDF-e, DACTE, NF-e). Na prática, as empresas devem se preparar financeiramente para uma alta de até 40% nos custos operacionais, riscos de atrasos severos nas entregas e a necessidade de renegociar contratos de frete para mitigar perdas com o escoamento de cargas.