Principais Tópicos: Segurança no transporte de cargas, estatísticas de roubo (2025/2026), impacto financeiro indireto e gestão de risco para transportadoras.
Resumo: Apesar da queda expressiva nos índices de roubo de cargas no Brasil (redução de 16,7% em 2025 e mais de 34% em São Paulo até maio de 2026), os prejuízos financeiros continuam bilionários devido aos custos indiretos com seguros, escoltas e gerenciamento de risco. Para a contabilidade e a gestão de frotas, a mudança prática exige maior rigor na análise de inteligência logística, pois as quadrilhas migraram para ataques mais seletivos focados em produtos de alto valor agregado (como eletrônicos, medicamentos e alimentos). A notícia não aborda alterações diretas em tributos (ICMS, PIS/COFINS), Simples Nacional, obrigações acessórias ou documentos fiscais (CT-e, MDF-e), mantendo o foco operacional na prevenção de perdas que afetam o resultado contábil das empresas.